Queridos Alunos,
Mais um ano letivo. Muitas expectativas, muitos sonhos. Alguma apreensão/frustração: perdemos nosso diretor-geral, o estimado Professor Celso Lopes, exonerado por questões administrativas, e nossos diretores-adjuntos, que entregaram seus cargos, em solidariedade ao líder defenestrado.
Mas o Liceu é o Liceu, e superaremos, juntos, alunos, professores, funcionários, mais este revés. E seguiremos, avante, avante!
A eles, nossos agradecimentos. Aos futuros dirigentes, nossa confiança.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Boas Férias
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
A moda do vegetarianismo – e seus riscos

Combater o aquecimento global e evitar o sofrimento dos animais são duas das razões comumente evocadas por quem deixa de comer carne. Se você está pensando em tomar essa decisão, saiba quais são os riscos de adotar uma dieta exclusivamente vegetariana e aprenda como driblá-los com o endocrinologista e nutrólogo João César Castro Soares, da Universidade Federal de São Paulo.
Veja a íntegra na Revista Época
domingo, 5 de outubro de 2008
O REI E O PALHAÇO
Volta e meia deixarei aqui letras de canções pouco conhecidas para reflexão, como esta de um artista brasileiro extraordinário, um pesquisador da nossa cultura que vale a pena conhecer:
Antonio Nóbrega e Bráulio Tavares
Sua coroa é de ouro,
o meu chapéu é de palha.
A sua cota é de malha,
o meu gibão é de couro.
Sua justiça é no foro,
minha lei é o consenso.
O seu reinado é imenso,
minha casa é meu país.
Você é preso ao que diz,
eu digo tudo o que penso.
Você vem com a arma erguida,
eu vou abaixando a guarda.
Você vem vestindo a farda,
eu de roupa colorida.
Você disputa corrida,
eu corro pra relaxar.
Sua marcha é militar,
a minha é de Carnaval.
Seu traje é de general,
eu visto pena e cocar.
Você liga a motosserra,
eu planto flor no cerrado.
Você só anda calçado,
eu piso com o pé na terra.
Você quer vencer a guerra,
eu quero ganhar a paz.
Você busca sempre mais,
eu só quero o que é meu.
Você se acha europeu,
eu sou dos canaviais.
Você vem com a força bruta,
eu vou com a ginga mansa.
Você vem erguendo a lança,
e eu erguendo a batuta.
Você me traz a cicuta,
eu lhe dou chá de limão.
Você diz que é capitão,
eu só sou um mensageiro.
Você é um brigadeiro,
eu sou só um folgazão.
Do CD/DVD Lunário Perpétuo, de Antonio Nóbrega
Antonio Nóbrega e Bráulio Tavares
Sua coroa é de ouro,
o meu chapéu é de palha.
A sua cota é de malha,
o meu gibão é de couro.
Sua justiça é no foro,
minha lei é o consenso.
O seu reinado é imenso,
minha casa é meu país.
Você é preso ao que diz,
eu digo tudo o que penso.
Você vem com a arma erguida,
eu vou abaixando a guarda.
Você vem vestindo a farda,
eu de roupa colorida.
Você disputa corrida,
eu corro pra relaxar.
Sua marcha é militar,
a minha é de Carnaval.
Seu traje é de general,
eu visto pena e cocar.
Você liga a motosserra,
eu planto flor no cerrado.
Você só anda calçado,
eu piso com o pé na terra.
Você quer vencer a guerra,
eu quero ganhar a paz.
Você busca sempre mais,
eu só quero o que é meu.
Você se acha europeu,
eu sou dos canaviais.
Você vem com a força bruta,
eu vou com a ginga mansa.
Você vem erguendo a lança,
e eu erguendo a batuta.
Você me traz a cicuta,
eu lhe dou chá de limão.
Você diz que é capitão,
eu só sou um mensageiro.
Você é um brigadeiro,
eu sou só um folgazão.
Do CD/DVD Lunário Perpétuo, de Antonio Nóbrega
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